SEM

I am pretty bad with college Math. Its was hard for my to focus last sem. because I had to many classes?

This time I am going to focus on trying to understand it more. I am very bad with intergers and word problems. Anyone have any ideas that I might can use?

Everyone studies differently and there is no one right way to study for a math class.
If you find yourself having problems with specific topics, speak to your teacher about it an get some extra help – it’s their job to ensure you understand – but -you- must be the one to approach them and show initiative. There is no better way to learn than to teach – after you’ve gone over a math topic – try to teach it to someone else – a peer, a sibling, a friend. Form study groups if you think that might help.

Math is Not a Spectator Sport
You cannot learn mathematics by just going to class and watching the instructor
lecture and work problems. In order to learn mathematics you must be actively
involved in the learning process. You’ve got to attend class and pay attention while
in class. You’ve got to take a good set of notes. You’ve got to work homework
problems, even if the instructor doesn’t assign any. You’ve got to study on a regular
schedule, not just the night before exams. In other words you need to be involved in
the learning process.

The reality is that most people really need to work to pass a math class, and in general
they need to work harder at math classes than they do with their other classes. If all
that you’re willing to do is spend a couple of hours studying before each exam then
you will find that passing most math classes will be very difficult.

If you aren’t willing to be actively involved in the process of learning mathematics,
both inside and outside of the class room, then you will have trouble passing any
math class.

Work to Understand the Principles
You can pass a history class by simply memorizing a set of dates, names and events.
You will find, however, that in order to pass a math class you will need to do more
than just memorize a set of formulas. While there is certainly a fair amount of
memorization of formulas in a math class you need to do more. You need to
understand how to USE the formulas and that is often far different from just
memorizing them.

Some formulas have restrictions on them that you need to know in order to correctly
use them. For instance, in order to use the quadratic formula you must have the
quadratic in standard form first. You need to remember this or you will often get the
wrong answer!

Other formulas are very general and require you to identify the parts in the problem
that correspond to parts in the formula. If you don’t understand how the formula
works and the principle behind it, it can often be very difficult to use the formula.
For example, in a calculus course it’s not terribly difficult to memorize the formula
for integration by parts for integrals. However, if you don’t understand how to
actually use the formula and identify the appropriate parts of the integral you will find
the memorized formula worthless.

Mathematics is Cumulative
You’ve always got to remember that mathematics courses are cumulative. Almost
everything you do in a math class will depend on subjects that you’ve previously
learned. This goes beyond just knowing the previous sections in your current class to
needing to remember material from previous classes.

You will find a college algebra class to be very difficult without the knowledge that
you learned in your high school algebra class. You can’t do a calculus class without
first taking (and understanding) an Algebra and a Trigonometry class.

Have a look at this;

http://tutorial.math.lamar.edu/pdf/How_To_Study_Math.pdf


Educação A Distância – Sem Crase

Como é sabido, crase é um fenômeno fonético correspondente à fusão de sons vocálicos idênticos. Representa-se a crase em língua portuguesa pelo acento grave; a principal ocorrência em nossa língua se dá na fusão da preposição a ao artigo definido feminino, plural ou singular, a / as.
A palavra distância, na expressão em caso, tem o mesmo sentido de “rubrica: geometria.
(3) espaço muito grande que separa dois seres, dois lugares ou dois objetos; lonjura
(HOUAISS) não absolutamente outro sentido que a palavra pode expressar: “Rubrica: matemática. função positiva definida e simétrica que associa um número real a dois pontos de um espaço métrico” (HOUAISS).
Assim, no primeiro sentido, dizemos:
– Quero distância de você.
– Não há distância que nos separe.
Não se usa artigo, muito menos artigo definido, quando a natureza da relação não for explícita ou implicitamente numérica.
Por outro lado:
– Não será a distância de quatro horas de vôo que nos separará.
– Quero você pelo menos à distância de 1000km de mim!
Com uso necessário de artigo, preferencialmente definido, quando a grandeza física for expressa ou subentendida.
Do que se pode inferir que onde não cabe artigo (distância como sinônimo de lonjura!) não caberá crase.
Entretanto, AURÉLIO registra das duas formas, em poesia, sem o rigor semântico:
A distância.
1. Um tanto longe: Ouvimos vagos rumores a distância.
2. Sem familiaridade: Sua casmurrice mantinha todos a distância. [Tb. se usa à distância (com acento no a): "Parede acima vais (a lagartixa). E eu, à distância, / Olho as tuas pesquisas apressadas" (Fernando de Mendonça, 13 Decassílabos, p. 8).
Entendendo pois que educação a distância equivale a “educação de longe” – qualquer que seja a distância – não existe artigo na expressão, subsiste necessariamente a preposição: não ocorre crase. Este é o meu ponto de vista.
Há outras opiniões, apoiando-me ou discordando de mim:

Ensino à distância - crase com locuções adverbiais - Outras expressões de circunstância
Maria Tereza de Queiroz Piacentini
ENSINO À DISTÂNCIA – crase com locuções adverbiais
Disse-me o professor José T. B. Neto, de Umuarama / PR: "Tenho certa resistência em grafar ensino a distância, sem o acento grave indicativo de crase, como é comum encontrar nos documentos exarados pelo MEC. Alguns autores classificam tal ocorrência como CRASE FACULTATIVA. (...)"
Não está errado o Ministério da Educação. Mas eu, assim como o professor, prefiro usar o acento – nessa e em outras locuções adverbiais que indicam circunstância. O motivo é que a ausência do acento pode deixar o texto ambíguo. Em "ensinar/estudar a distância", por exemplo, fica-se com a impressão de que é a distância que está sendo ensinada ou estudada. É o mesmo caso de viu a distância, escreveu a distância, curou a distância, fotografe a distância, permanece a distância [= a distância permanece] e assim por diante, frases que parecem melhor com o acento indicativo de crase (que por questões didáticas também chamamos apenas de ‘crase’): viu à distância, escreveu à distância, curou à distância, fotografe à distância, permanece à distância.
Com a distância determinada, especificada, o a deve ser acentuado:
Fotografe à distância de um metro.
A casa à venda fica à distância de uns 10 km daqui.
Já na frase “Compramos uma chácara a grande distância daqui” não há crase, porque está subentendido o artigo indefinido: a (uma) grande distância.
Outras expressões de circunstância
Nas locuções adverbiais com palavras masculinas, como: a pé, a caminho, a cavalo, a frio, a gás, a gosto, a lápis, a meio pau, a nado, a óleo, a pé, a postos, a prazo, a sangue-frio, a sério, a tiracolo, a vapor etc. não se acentua o a, que é uma simples preposição.
Nas locuções femininas, contudo, embora esse a possa ser só preposição – e se sabe que a crase é a fusão da preposição a com o artigo a –, é de tradição no Brasil crasear o a por motivo de clareza. Compare nos exemplos abaixo o significado da frase sem a crase e com ela:
Foi caçada a bala (a bala foi caçada). – Foi caçada à bala.
Bateu a máquina (deu um choque ou pancada…). – Bateu à máquina.
Cortou a faca (cortou-a / cortou a própria faca). – Cortou à faca.
Vendeu a vista (vendeu os olhos). – Vendeu à vista.
Coloquei a venda (faixa nos olhos). – Sim, coloquei à venda.
Tranquei a chave (a chave foi trancada). – Tranquei à chave.
Pagou a prestação (pagou-a). – Pagou à prestação (em prestações).
Outras frases com diferenças bastante óbvias:
Lavar a mão. Lavar à mão.
Lavar a máquina. Lavar à máquina.
Fazer a mão. Fazer à mão.
Veio a tarde. Veio à tarde.
Combateremos a sombra. Combateremos à sombra.
Aguardavam a cabeceira do doente. Aguardavam à cabeceira do doente.
É por essa questão de clareza que se recomenda e geralmente se acentua o a nas locuções adverbiais de circunstância, mesmo não sendo ele rigorosamente a fusão de a + a. Para finalizar, outros exemplos: à disposição, às avessas, à beira-mar, às centenas, às escondidas, à frente, à mão armada, às mil maravilhas, à noite, às ordens, à paisana, à parte, à perfeição, à primeira vista, à revelia, à risca, à solta, à toa, à vela, às vezes, à vontade.

ensino à distância

“Prezado prof. Moreno: por que “ensino a distância” não leva acento de crase? Discutimos aqui que poderia ser pelo fato de não estar determinada a distância, já que temos o acento em frases como “o carro estava à distância de 100 metros”. É isso? Fui ao Aurélio e vi que são aceitas as duas formas. Zero Hora tem escrito sempre sem crase. A revista Veja também. Recebemos críticas de um leitor por não ter colocado crase em um artigo que falava em “educação a distância”. Um abraço e muito obrigada”
Marta Gleich – jornal Zero Hora – Porto Alegre
Qualquer brasileiro que passou pela escola deveria saber que a crase é um fenômeno que ocorre quando dois As se encontram no interior de uma frase: a preposição A, que fica à esquerda, encontra o artigo A, que fica à sua direita. Ora, isso só poderia ocorrer, rigorosamente, numa ÚNICA SITUAÇÃO: antes de um substantivo feminino (expresso ou elíptico) que tenha o artigo A. Fora disso, em qualquer outra situação, é impossível que se encontrem os dois As necessários para esse casamento.
Como se explicaria, então, a grande incidência de erros do tipo *barco à vapor, *bufê à quilo, *escreveu à lápis, *começou à chorar, *entregou à ela, *trafegava à 60km, em que não se pode sequer suspeitar da existência de um artigo feminino? É apenas mais uma conseqüência da decadência do ensino brasileiro, diriam alguns. Eu concordo, mas em parte. A Lingüística moderna nos explica que todo erro que é cometido por uma extensa faixa de usuários deve ter alguma forte motivação subjacente; o mau ensino pode deixar o cidadão despreparado para empregar o acento de crase, mas não pode ser a causa de tantas pessoas quererem pôr o acento aí! Em outras palavras: se posso responsabilizar os maus instrutores de direção pelos maus motoristas que infernizam o trânsito, não poderia responsabilizá-los se um número expressivo de seus alunos resolvessem se atirar, de carro e tudo, pelo penhasco abaixo. De onde vem a vontade de colocar esses acentos indevidos? Acredito que isso seja apenas a materialização da tendência instintiva (já destacada pelo incomparável Celso Pedro Luft, patrono desta página) de trocar o sistema vigente por outro mais simples, que consistiria, à francesa, em acentuar sempre o “A” quando fosse preposição. Friso que não estou justificando essa prática camicase de usar o acento antes de substantivos masculinos; tento apenas entender o que leva tanta gente boa a fazê-lo.

Said Ali já tinha demonstrado que os escritores de nosso idioma, desde o século XVI, usavam acentuar também a simples preposição antes de palavra feminina, em expressões como “à faca”, “à espada”, “à fome”, embora expressões equivalentes no masculino deixassem bem claro que não havia aqui o encontro de dois As (“a machado”, “a martelo”). Na mesma linha algo foi ensaiado por José de Alencar, no século XIX, o que lhe valeu a crítica de um dos gramáticos “medalhões” da escola do Rio de Janeiro, que fez um estudo sobre a linguagem alencariana, mostrando que, infelizmente, o autor de Iracema não sabia usar nem a crase… Ele não entendeu que ali o acento apenas servia para distinguir o artigo da preposição.
Hoje a maioria dos gramáticos aceita a hipótese de usarmos acento grave numa série de expressões com palavra feminina em que o “A” é simples preposição, isto é, sem que ocorra ali um encontro de dois As. Há casos em que isso tem a clara intenção de desambigüizar a expressão, evitando que a preposição possa vir a ser lida como artigo, o que alteraria o significado: vender à vista (compara com vender a prazo: só a preposição está presente); bater à máquina; fechar à chave; apanhar à mão; pescar à rede; estudar à noite. Em muitos outros, contudo, mesmo sem a possibilidade de leitura ambígua, já ficou tradicional esse acento sobre a preposição: à direita, à esquerda, à força, etc. Como o Luft conclui: “A tendência da língua é acentuar o a inicial das locuções femininas (adverbiais, prepositivas e conjuntivas), mesmo quando não é crase [o grifo é meu]“.
Quanto à locução à distância, tanto o Grande Manual de Ortografia Globo (Luft), quanto o Aurélio XXI indicam, expressamente, a dupla possibilidade de grafia; então, Marta, não hesites: usa o acento e estarás aderindo ao sentimento da grande maioria dos teus leitores.

Públio Athayde
http://www.articlesbase.com/línguas-articles/educao-a-distncia-sem-crase-689889.html


How to boost your willpower to succeed in Life, when you are repeating a sem and your friends have moved on?

and graduated! What to say to yourself to motivate yourself to motivate yourself to work harder and reach your dreams? especially if you are a poor worker who slacks alot at work? thanks!

Be more focussed and work hard


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