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Todos Os Problemas Podem Ser Resolvidos (3/5)

         A partir de agora trabalharemos com esta premissa. De fato, todos os problemas podem ser resolvidos. Nada há sobre a face do planeta que se constitua num problema insolúvel. Os desafios enfrentados pelos pesquisadores e cientistas, para vencer a gravidade, para conservar alimentos, para viajar no espaço, para ir a profundidades marinhas, para curar a AIDS, para construir pontes sobre o mar, e tantas outras coisas, estão sendo resolvidos. Diante de problemas tão pequenos, como suas dores de cabeça, sua obesidade, seus problemas conjugais, sua falta de dinheiro, sua memória fraca ou suas enxaquecas, você descobrirá como será fácil resolver tudo, aplicando leis e técnicas científicas. E não precisará entrar em laboratórios ultra-sofisticados, nem passar horas e horas debruçado sobre aparelhos eletrônicos e tubos de ensaio para conseguir fórmulas mágicas. Tudo quanto você necessitará basicamente para pôr fim a todos os seus problemas é de alguns instrumentos relativamente fáceis de conseguir. Eis a lista:

-         Um bloco para anotações;

-         Um lápis com borracha;

-         Um gravador cassete ou digital;

Estes são os instrumentos de trabalho indispensáveis para o pensador moderno, que deseja vencer suas dificuldades pessoais em qualquer setor da vida.

Reflita alguns instantes sobre a frase: Todos os problemas podem ser resolvidos. Você de fato acredita nisto? Pode convencer-se de que qualquer problema humano tem solução? Você tem absoluta certeza de que os seus problemas podem ser resolvidos? Sem definir isso não podemos ir adiante. Vejamos o porquê.

Quando em 1890 Alberto Santos Dumont chegou a Paris, levando debaixo do braço um diploma de bacharel em Ciências da Universidade do Rio de Janeiro, descobriu surpreso que, a despeito de muitas novidades mecânicas existentes naquela época, não havia um único balão dirigível. Até aquele ano, as inúmeras tentativas haviam sido infrutíferas. O aerostato a vapor de Giffard e o elétrico de Renard tinham sido um fracasso; o balão de Wolfert incendiou-se, matando seu inventor; o balão rígido de Schwartz explodira e parecia impossível conseguir dirigir um balão no espaço. Mas Santos Dumont não pensava assim. Ele não achava que era um problema sem solução. Arregaçou as mangas e pôs a experimentar novos modelos. Depois de inúmeras tentativas, conseguiu, por fim, em 1898 voar no Jardim Zoológico de Paris. Animado com essa primeira vitória, o inventor mandou construir mais quatro aparelhos no valor de 30 mil dólares cada um e dispôs-se a alcançar o cobiçado Prêmio Deutsh, de cento e vinte e cinco mil francos, que se oferecia a quem conseguisse, largando de Saint-Cloud, voar em volta da Torre Eiffel e voltar ao ponto de partida em meia hora.

No dia 8 de agosto de 1901, Santos Dumont percorreu em nove minutos a distância entre Saint-Cloud e a Torre Eiffel. Tudo fazia pensar que ganharia o prêmio naquele memorável dia. Mas, ao chegar à Torre Eiffel, o cordame que sustinha a barquinha de madeira sofreu um violento puxão. As cordas da frente tinham-se afrouxado e enredavam-se nas pás da hélice. Mais uns segundos e o aeronauta despencaria fatalmente no solo, a dezenas de metros de altura. Rápido como um relâmpago, Santos Dumont desligou o motor. A hélice parou e o pesado aparelho, meio vazio, flutuou sem governo, até que encalhou no telhado de um edifício. Produziu-se uma ruidosa explosão e o balão, batizado com o nome de Santos-Dumont no. 5, desapareceu das vistas dos espectadores assustados ,bem como seus tripulantes, que estavam no interior da barquinha. Os bombeiros acudiram rapidamente ao local da catástrofe e ao lá chegarem encontraram Santos Dumont agarrado ao parapeito de uma janela, tentando se equilibrar para não despencar de quase 40 metros de altura, na caçada.

Depois de salvo com sua população, Santos Dumont naquela mesma noite deu ordens para a fabricação do Santos-Dumont no. 6, e um mês depois voltou a repetir a aventura. Uma grande multidão assistiu ao espetáculo. Como da vez anterior, a aeronave manteve bem o seu rumo e esteve prestes a parar. Santos Dumont largou os comandos do aparelho, ajustou as velas do motor e concluiu triunfalmente o seu histórico vôo, alcançando o prêmio, que distribuiu entre o pessoal que o havia ajudado e os pobres de Paris. Anos depois, em 1906, Santos Dumont construiu uma máquina voadora mais pesada que o ar, sem usar os imensos balões esféricos cheios de hidrogênio. Mas não foram poucos os fracassos do inventor para chegar a um aparelho definitivo. Seu sucesso só foi concretizado após a 14a. tentativa, daí por que o seu avião foi batizado de 14-Bis.

Será que existem problemas insuperáveis? Realmente, não. Pode ser que levemos algum tempo até obtermos o resultado esperado, mas ele sempre chega. O importante é acreditar na resolução, no sucesso, pois sem isso o menor problema acaba sem resolução.

Entendendo que um problema representa um desafio, uma dificuldade a ser superada, você precisa primeiro acreditar que ele pode ser efetivamente resolvido, solucionado. Tem que acreditar na possibilidade de você resolvê-lo satisfatoriamente. Pense como Santos Dumont. Acredite que é possível voar acima dos edifícios, das torres, das nuvens, pelo espaço infinito. Coloque sua imaginação para funcionar. Tenho certeza que Santos Dumont ficava horas perdidas imaginando o quanto seria bom voar pelo céu, levando seu aparelho para um lado e para o outro, subindo e descendo quanto desejasse, à semelhança dos pássaros. A imaginação aliada ao esforço na execução dos planos consagrou-o como Pai da Aviação.

Quando você tem um problema deve pensar que ele pode ser superado.  Não importa o que seja: evitar queimar as mãos nas panelas quentes, evitar que o leite derrame ao ferver, evitar quebrar as unhas ao lavar as roupas, evitar que as roupas fiquem manchadas, evitar a insônia, evitar o desperdício de alimentos, evitar o barulho, evitar as discussões com o cônjuge, evitar ficar sem dinheiro ou qualquer outro problema que você tenha, acredite, todos eles têm solução.

         A partir de agora trabalharemos com esta premissa. De fato, todos os problemas podem ser resolvidos. Nada há sobre a face do planeta que se constitua num problema insolúvel. Os desafios enfrentados pelos pesquisadores e cientistas, para vencer a gravidade, para conservar alimentos, para viajar no espaço, para ir a profundidades marinhas, para curar a AIDS, para construir pontes sobre o mar, e tantas outras coisas, estão sendo resolvidos. Diante de problemas tão pequenos, como suas dores de cabeça, sua obesidade, seus problemas conjugais, sua falta de dinheiro, sua memória fraca ou suas enxaquecas, você descobrirá como será fácil resolver tudo, aplicando leis e técnicas científicas. E não precisará entrar em laboratórios ultra-sofisticados, nem passar horas e horas debruçado sobre aparelhos eletrônicos e tubos de ensaio para conseguir fórmulas mágicas. Tudo quanto você necessitará basicamente para pôr fim a todos os seus problemas é de alguns instrumentos relativamente fáceis de conseguir. Eis a lista:

-         Um bloco para anotações;

-         Um lápis com borracha;

-         Um gravador digital;

Estes são os instrumentos de trabalho indispensáveis para o pensador moderno, que deseja vencer suas dificuldades pessoais em qualquer setor da vida.

Reflita alguns instantes sobre a frase: Todos os problemas podem ser resolvidos. Você de fato acredita nisto? Pode convencer-se de que qualquer problema humano tem solução? Você tem absoluta certeza de que os seus problemas podem ser resolvidos? Sem definir isso não podemos ir adiante. Vejamos o porquê.

Quando em 1890 Alberto Santos Dumont chegou a Paris, levando debaixo do braço um diploma de bacharel em Ciências da Universidade do Rio de Janeiro, descobriu surpreso que, a despeito de muitas novidades mecânicas existentes naquela época, não havia um único balão dirigível. Até aquele ano, as inúmeras tentativas haviam sido infrutíferas. O aerostato a vapor de Giffard e o elétrico de Renard tinham sido um fracasso; o balão de Wolfert incendiou-se, matando seu inventor; o balão rígido de Schwartz explodira e parecia impossível conseguir dirigir um balão no espaço. Mas Santos Dumont não pensava assim. Ele não achava que era um problema sem solução. Arregaçou as mangas e pôs a experimentar novos modelos. Depois de inúmeras tentativas, conseguiu, por fim, em 1898 voar no Jardim Zoológico de Paris. Animado com essa primeira vitória, o inventor mandou construir mais quatro aparelhos no valor de 30 mil dólares cada um e dispôs-se a alcançar o cobiçado Prêmio Deutsh, de cento e vinte e cinco mil francos, que se oferecia a quem conseguisse, largando de Saint-Cloud, voar em volta da Torre Eiffel e voltar ao ponto de partida em meia hora.

No dia 8 de agosto de 1901, Santos Dumont percorreu em nove minutos a distância entre Saint-Cloud e a Torre Eiffel. Tudo fazia pensar que ganharia o prêmio naquele memorável dia. Mas, ao chegar à Torre Eiffel, o cordame que sustinha a barquinha de madeira sofreu um violento puxão. As cordas da frente tinham-se afrouxado e enredavam-se nas pás da hélice. Mais uns segundos e o aeronauta despencaria fatalmente no solo, a dezenas de metros de altura. Rápido como um relâmpago, Santos Dumont desligou o motor. A hélice parou e o pesado aparelho, meio vazio, flutuou sem governo, até que encalhou no telhado de um edifício. Produziu-se uma ruidosa explosão e o balão, batizado com o nome de Santos-Dumont no. 5, desapareceu das vistas dos espectadores assustados ,bem como seus tripulantes, que estavam no interior da barquinha. Os bombeiros acudiram rapidamente ao local da catástrofe e ao lá chegarem encontraram Santos Dumont agarrado ao parapeito de uma janela, tentando se equilibrar para não despencar de quase 40 metros de altura, na caçada.

Depois de salvo com sua população, Santos Dumont naquela mesma noite deu ordens para a fabricação do Santos-Dumont no. 6, e um mês depois voltou a repetir a aventura. Uma grande multidão assistiu ao espetáculo. Como da vez anterior, a aeronave manteve bem o seu rumo e esteve prestes a parar. Santos Dumont largou os comandos do aparelho, ajustou as velas do motor e concluiu triunfalmente o seu histórico vôo, alcançando o prêmio, que distribuiu entre o pessoal que o havia ajudado e os pobres de Paris. Anos depois, em 1906, Santos Dumont construiu uma máquina voadora mais pesada que o ar, sem usar os imensos balões esféricos cheios de hidrogênio. Mas não foram poucos os fracassos do inventor para chegar a um aparelho definitivo. Seu sucesso só foi concretizado após a 14a. tentativa, daí por que o seu avião foi batizado de 14-Bis.

Será que existem problemas insuperáveis? Realmente, não. Pode ser que levemos algum tempo até obtermos o resultado esperado, mas ele sempre chega. O importante é acreditar na resolução, no sucesso, pois sem isso o menor problema acaba sem resolução.

Entendendo que um problema representa um desafio, uma dificuldade a ser superada, você precisa primeiro acreditar que ele pode ser efetivamente resolvido, solucionado. Tem que acreditar na possibilidade de você resolvê-lo satisfatoriamente. Pense como Santos Dumont. Acredite que é possível voar acima dos edifícios, das torres, das nuvens, pelo espaço infinito. Coloque sua imaginação para funcionar. Tenho certeza que Santos Dumont ficava horas perdidas imaginando o quanto seria bom voar pelo céu, levando seu aparelho para um lado e para o outro, subindo e descendo quanto desejasse, à semelhança dos pássaros. A imaginação aliada ao esforço na execução dos planos consagrou-o como Pai da Aviação.

Quando você tem um problema deve pensar que ele pode ser superado.  Não importa o que seja: evitar queimar as mãos nas panelas quentes, evitar que o leite derrame ao ferver, evitar quebrar as unhas ao lavar as roupas, evitar que as roupas fiquem manchadas, evitar a insônia, evitar o desperdício de alimentos, evitar o barulho, evitar as discussões com o cônjuge, evitar ficar sem dinheiro ou qualquer outro problema que você tenha, acredite, todos eles têm solução.

Mathias Gonzalez
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